Ao findar 2009, vamos nos dando conta da luta travada no decorrer deste ano para nos mantermos visceralmente articuladas ao Projeto Ético-Político profissional.
Estamos vivendo um tempo de escolhas! E estas podem estar comprometidas simplesmente a nada, a negociatas, à hipocrisia, à luta, à tomada de decisões, ao conformismo, à mesmice.
E este ano, para o Serviço Social, a escolha vem se materializando através de uma luta surda no interior da categoria, de desconstituição do Projeto Ético-Político da profissão. Porque para materializá-lo no cotidiano é necessário tomar posição, é dizermos o lado em que estamos, qual a luta que vamos lutar. E não é fácil, porque toda posição implica em perdas!
O ano de 2010 se prenuncia como um novo caminho em que é necessário consolidar nosso Projeto Ético-Político profissional de vez, logo, a escolha pela sua consolidação vai implicar em permanecer na luta, na resistência. Este é o desafio que a categoria dos assistentes sociais tem que enfrentar em um novo ano que se prenuncia no horizonte profissional.
Bom 2010 a todos! Boa luta!
Assistente Social Maria da Graça Maurer Gomes Türck
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
REDE: Serviço Social Legal na Ulbra de Carazinho
Damos destaque, aqui, ao blog Serviço Social Legal, dos alunos da Ulbra de Carazinho.
A sinopse do blog:
Somos o Serviço Social da ULBRA Carazinho. Acreditamos na profissão que escolhemos e somos felizes com nossa escolha. Queremos compartilhar com você o nosso Curso e a Profissão! Sejam Todos Bem Vindos!!!
Clique aqui e acesse para conferir!
A sinopse do blog:
Somos o Serviço Social da ULBRA Carazinho. Acreditamos na profissão que escolhemos e somos felizes com nossa escolha. Queremos compartilhar com você o nosso Curso e a Profissão! Sejam Todos Bem Vindos!!!
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QUESTÃO SOCIAL: o protagonismo como ferramenta de transformação
Estudantes dão exemplo de cidadania
Alunos do Ensino Médio da Escola Estadual Campos Sales desenvolveram uma atividade inédita no município de Floriano Peixoto durante este ano. Eles pesquisaram sobre a realidade das comunidades e apresentaram possíveis alternativas para os problemas detectados. Os 23 estudantes realizaram entrevistas, pesquisas e análises sobre a origem e a formação das populações rurais, o problema da água, a produção e destinação do lixo, a situação da agricultura, além da formação e funcionamento dos conselhos municipais. A partir disso, elaboraram projetos em cada área, com sugestões de ações que podem ser implantadas para resolver os problemas e acelerar o desenvolvimento do município. Como a maioria das ações está relacionada com a atuação do poder público municipal, sindicatos e cooperativas, os projetos foram apresentados ao prefeito Vilson Babicz, secretários municipais, representantes da Cooperflor, Cresol, Emater e Sindicato da Agricultura Familiar.
Na área agrícola, os alunos sugeriram a mudança da matriz produtiva, o incentivo à diversificação e a transformação dos produtos no município. O vice-presidente da Cresol, Dair Caczanoski, apresentou os dados dos financiamentos contraídos este ano pelo Programa Mais Alimento, indicando que R$ 1,5 milhão foram investidos. ''No entanto, grande parte deste recurso foi aplicada em máquinas e equipamentos. Nosso desafio é perceber que, apesar de ser fácil fazer essas compras, é preciso pensar mais estrategicamente'', afirmou. O secretário da Agricultura do município, Geraldino Moroskoski, mostrou um comparativo de rendimento entre uma mesma área plantada com soja e um pomar de pêssegos. ''O rendimento das frutas chega a ser cinco vezes maior e mesmo assim há agricultores desativando essa produção'', destacou.
Na questão do abastecimento, os alunos também sugeriram a captação de água do rio Pirassucê e a construção de cisternas e minicisternas para aproveitar a água da chuva. O prefeito Vilson Babicz disse que o município tem projeto para captação de água no ginásio municipal e nas sedes das comunidades. ''A água é o nosso maior delimitador do desenvolvimento. Uma estrutura de reciclagem de lixo implantada no município teve que ser desativada porque consumia 10 mil litros por hora'', afirmou. No final do encontro, Babicz anunciou que pretende convocar os jovens para participar das reuniões de planejamento da administração municipal e dos conselhos formados na cidade.
- via e-mail
JOSÉ ODY
jody@correiodopovo.com.br
Alunos do Ensino Médio da Escola Estadual Campos Sales desenvolveram uma atividade inédita no município de Floriano Peixoto durante este ano. Eles pesquisaram sobre a realidade das comunidades e apresentaram possíveis alternativas para os problemas detectados. Os 23 estudantes realizaram entrevistas, pesquisas e análises sobre a origem e a formação das populações rurais, o problema da água, a produção e destinação do lixo, a situação da agricultura, além da formação e funcionamento dos conselhos municipais. A partir disso, elaboraram projetos em cada área, com sugestões de ações que podem ser implantadas para resolver os problemas e acelerar o desenvolvimento do município. Como a maioria das ações está relacionada com a atuação do poder público municipal, sindicatos e cooperativas, os projetos foram apresentados ao prefeito Vilson Babicz, secretários municipais, representantes da Cooperflor, Cresol, Emater e Sindicato da Agricultura Familiar.
Na área agrícola, os alunos sugeriram a mudança da matriz produtiva, o incentivo à diversificação e a transformação dos produtos no município. O vice-presidente da Cresol, Dair Caczanoski, apresentou os dados dos financiamentos contraídos este ano pelo Programa Mais Alimento, indicando que R$ 1,5 milhão foram investidos. ''No entanto, grande parte deste recurso foi aplicada em máquinas e equipamentos. Nosso desafio é perceber que, apesar de ser fácil fazer essas compras, é preciso pensar mais estrategicamente'', afirmou. O secretário da Agricultura do município, Geraldino Moroskoski, mostrou um comparativo de rendimento entre uma mesma área plantada com soja e um pomar de pêssegos. ''O rendimento das frutas chega a ser cinco vezes maior e mesmo assim há agricultores desativando essa produção'', destacou.
Na questão do abastecimento, os alunos também sugeriram a captação de água do rio Pirassucê e a construção de cisternas e minicisternas para aproveitar a água da chuva. O prefeito Vilson Babicz disse que o município tem projeto para captação de água no ginásio municipal e nas sedes das comunidades. ''A água é o nosso maior delimitador do desenvolvimento. Uma estrutura de reciclagem de lixo implantada no município teve que ser desativada porque consumia 10 mil litros por hora'', afirmou. No final do encontro, Babicz anunciou que pretende convocar os jovens para participar das reuniões de planejamento da administração municipal e dos conselhos formados na cidade.
- via e-mail
JOSÉ ODY
jody@correiodopovo.com.br
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
OS DESAFIOS PROFISSIONAIS EM CONTEXTOS DE PRÁTICAS MULTIDISCIPLINARES
No dia 15.12.2009 foi concluído o curso “A Consolidação de Equipe Multidisciplinar no Atendimento a Violação de Direitos: Possibilidades e Limites”. Curso direcionado a profissionais assistentes sociais e psicólogos lotados no Centro de Referência Especializado de Assistência Social de Gravataí/RS. O conteúdo do curso veio ao encontro das dificuldades cotidianas de se comporem equipes multidisciplinares nos espaços institucionais. Logo, o processo pedagógico escolhido foi articular a teoria e a prática a partir de oficinas para que se consolidasse a Rede Interna, na garantia da flexibilização da escuta, do compartilhamento do conhecimento e de disponibilidade para executar.
A partir deste curso se pôde fazer uma reflexão que vai além do vivido, mas que está posto em diferentes espaços onde se inserem diferentes categorias profissionais para levar adiante processos de trabalho qualificados.
Para estar em grupos profissionais, em equipes, é necessário, antes de tudo, consolidar as identidades profissionais a partir da explicitação do objeto das profissões que vão compor estes grupos, estas equipes. É o objeto profissional apropriado e materializado nos espaços institucionais que vai assegurar a composição de equipes multidisciplinares impedindo que as disputas do que é meu e do que é teu, inviabilizem possibilidades de trabalhos coletivos. Logo, a articulação do conhecimento específico da profissão e da apropriação do objeto profissional vai consolidar a identidade da profissão nos espaços institucionais. Este é o maior desafio para construir coletivos profissionais qualificados e competentes sem a perda da identidade profissional, anulando disputas e ranços profissionais que, se não contidos, vão se materializar no cotidiano pela violação de direitos dos usuários das políticas públicas transversais a diferentes processos de intervenção de qualquer categoria profissional que vá trabalhar com sujeitos que trazem em suas vidas as expressões da Questão Social.
Confira alguns momentos do curso:







A partir deste curso se pôde fazer uma reflexão que vai além do vivido, mas que está posto em diferentes espaços onde se inserem diferentes categorias profissionais para levar adiante processos de trabalho qualificados.
Para estar em grupos profissionais, em equipes, é necessário, antes de tudo, consolidar as identidades profissionais a partir da explicitação do objeto das profissões que vão compor estes grupos, estas equipes. É o objeto profissional apropriado e materializado nos espaços institucionais que vai assegurar a composição de equipes multidisciplinares impedindo que as disputas do que é meu e do que é teu, inviabilizem possibilidades de trabalhos coletivos. Logo, a articulação do conhecimento específico da profissão e da apropriação do objeto profissional vai consolidar a identidade da profissão nos espaços institucionais. Este é o maior desafio para construir coletivos profissionais qualificados e competentes sem a perda da identidade profissional, anulando disputas e ranços profissionais que, se não contidos, vão se materializar no cotidiano pela violação de direitos dos usuários das políticas públicas transversais a diferentes processos de intervenção de qualquer categoria profissional que vá trabalhar com sujeitos que trazem em suas vidas as expressões da Questão Social.
Confira alguns momentos do curso:
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
A PERÍCIA SOCIAL COMO ESPECIFICIDADE DO SERVIÇO SOCIAL NA INTERLOCUÇÃO E MEDIAÇOES DE DIREITOS!
No dia 03/12/2009, mais um Curso de Perícia Social, ministrado em Porto Alegre, pela GRATURCK foi concluído. Foi uma semana intensa, de articulação da teoria com a prática, de aprendizagem, compartilhamento e debates. Ao final, cansadas, mas inteiras, nós assistentes sociais fomos nos dando conta que a Perícia Social como especificidade da profissão explicita a interlocução e mediações de direitos na materialização da profissão nos espaços jurídicos e, conseqüentemente, a consolidação do Projeto Ético-Político profissional. Logo, neste momento é importante iniciarmos uma reflexão, realizando um contraponto, a partir dos fundamentos da profissão, respeitando a posição contrária, sobre este espaço de trabalho que se materializa para os assistentes sociais como um campo de trabalho autônomo. No entanto, sabemos que esta possibilidade só poderá se consolidar se a categoria superar as idiossincrasias teóricas que acompanham a concepção de Perícia Social.
Do nosso ponto de vista, não é mais possível aceitar que a Perícia Social seja tratada como instrumento e que o Estudo Social, cuja história está vinculada à própria identidade da profissão, como documento específico do Serviço Social, seja tratado como uma metodologia de avaliação pura e simplesmente. Não é mais possível aceitar que a materialidade da profissão seja confundida e considerada como pareceres, laudos e relatórios. Estas concepções, a nosso ver, reduzem o Serviço Social à dimensão de instrumento e, depois, nos contextos de prática, se contesta a precarização da profissão!
Pode-se afirmar que a Perícia Social como especificidade do Serviço Social nada mais é do que “um processo de avaliação que implica no desvendamento da Questão Social na vida dos sujeitos cujas situações demandam a intervenção da Justiça a partir da interlocução e mediações de direitos” (2008.1). E esta concepção vem da especificidade do Serviço Social através de seus fundamentos a partir da Perícia como campo de interlocução com o judiciário que vem se constituindo como um espaço aberto a todas as profissões e se materializa como um campo de exercício de trabalho autônomo a contabilistas, psicólogos, psiquiatras, engenheiros, médicos de qualquer especialidade e assistentes sociais, dentre tantos outros. A partir desta perspectiva, é a especificidade de cada profissão que vai determinar a característica das avaliações, dando visibilidade no campo jurídico a Perícia Psiquiátrica, a Perícia Psicológica, a Perícia Contábil, a Perícia Social, etc... Assim, demarcando o campo de conhecimento que estará avaliando o que foi solicitado pela Justiça, para que a mesma atue com conhecimento de causa fornecido por outras profissões que colocam seus conhecimentos específicos a serviço da interlocução com o judiciário, a partir de um conflito de interesses.
No entanto, neste campo de trabalho, um número expressivo de profissionais assistentes sociais se apropria da Perícia Social como instrumento, deixando de lado a compreensão de que ela se torna uma especificidade na materialização do Projeto Ético-Político profissional na interlocução e mediações de direitos entre os sujeitos e a Justiça.
Este entendimento vem proporcionando um processo teórico confuso que tem repercussões sérias, tanto para os usuários, como para os profissionais que a executam. Esta apropriação vem se firmando recentemente (2009), na categoria, explicitando uma confusão existente em relação à compreensão de que Estudo Social é o mesmo que Perícia Social. Equívoco histórico a nosso ver, que vem gerando a precarização do trabalho dos assistentes sociais lotados nas prefeituras. Estes estão sendo “sutilmente” convocados a prestarem serviços ao judiciário em detrimento à operacionalização das políticas públicas para que foram contratados, suprindo sem remuneração a carência de assistentes sociais no âmbito do Judiciário.
Logo, o Serviço Social a partir desta apropriação, no nosso entender, retoma a complementaridade que na época, pelos idos de 1917, Mary Richmond pontuou ao afirmar que o Serviço Social destinava-se a ser também “um auxiliar nos setores da medicina, da pedagogia, da jurisprudência e da indústria”. E, ao mesmo tempo, também retoma a subserviência, escancarando a sua própria contradição: avanço no campo teórico na apropriação dos fenômenos sociais e retrocesso na materialização da profissão na “prática miúda” dos assistentes sociais!
Assistente Social Maria da Graça Maurer Gomes Türck
Confira alguns momentos do curso:




Do nosso ponto de vista, não é mais possível aceitar que a Perícia Social seja tratada como instrumento e que o Estudo Social, cuja história está vinculada à própria identidade da profissão, como documento específico do Serviço Social, seja tratado como uma metodologia de avaliação pura e simplesmente. Não é mais possível aceitar que a materialidade da profissão seja confundida e considerada como pareceres, laudos e relatórios. Estas concepções, a nosso ver, reduzem o Serviço Social à dimensão de instrumento e, depois, nos contextos de prática, se contesta a precarização da profissão!
Pode-se afirmar que a Perícia Social como especificidade do Serviço Social nada mais é do que “um processo de avaliação que implica no desvendamento da Questão Social na vida dos sujeitos cujas situações demandam a intervenção da Justiça a partir da interlocução e mediações de direitos” (2008.1). E esta concepção vem da especificidade do Serviço Social através de seus fundamentos a partir da Perícia como campo de interlocução com o judiciário que vem se constituindo como um espaço aberto a todas as profissões e se materializa como um campo de exercício de trabalho autônomo a contabilistas, psicólogos, psiquiatras, engenheiros, médicos de qualquer especialidade e assistentes sociais, dentre tantos outros. A partir desta perspectiva, é a especificidade de cada profissão que vai determinar a característica das avaliações, dando visibilidade no campo jurídico a Perícia Psiquiátrica, a Perícia Psicológica, a Perícia Contábil, a Perícia Social, etc... Assim, demarcando o campo de conhecimento que estará avaliando o que foi solicitado pela Justiça, para que a mesma atue com conhecimento de causa fornecido por outras profissões que colocam seus conhecimentos específicos a serviço da interlocução com o judiciário, a partir de um conflito de interesses.
No entanto, neste campo de trabalho, um número expressivo de profissionais assistentes sociais se apropria da Perícia Social como instrumento, deixando de lado a compreensão de que ela se torna uma especificidade na materialização do Projeto Ético-Político profissional na interlocução e mediações de direitos entre os sujeitos e a Justiça.
Este entendimento vem proporcionando um processo teórico confuso que tem repercussões sérias, tanto para os usuários, como para os profissionais que a executam. Esta apropriação vem se firmando recentemente (2009), na categoria, explicitando uma confusão existente em relação à compreensão de que Estudo Social é o mesmo que Perícia Social. Equívoco histórico a nosso ver, que vem gerando a precarização do trabalho dos assistentes sociais lotados nas prefeituras. Estes estão sendo “sutilmente” convocados a prestarem serviços ao judiciário em detrimento à operacionalização das políticas públicas para que foram contratados, suprindo sem remuneração a carência de assistentes sociais no âmbito do Judiciário.
Logo, o Serviço Social a partir desta apropriação, no nosso entender, retoma a complementaridade que na época, pelos idos de 1917, Mary Richmond pontuou ao afirmar que o Serviço Social destinava-se a ser também “um auxiliar nos setores da medicina, da pedagogia, da jurisprudência e da indústria”. E, ao mesmo tempo, também retoma a subserviência, escancarando a sua própria contradição: avanço no campo teórico na apropriação dos fenômenos sociais e retrocesso na materialização da profissão na “prática miúda” dos assistentes sociais!
Assistente Social Maria da Graça Maurer Gomes Türck
Confira alguns momentos do curso:




quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
A Graturck apóia Luiza Erundina
- do site do CONGEMAS (Colegiado Nacional de Gestores Municiapais da Assistência Social)
A Deputada Federal e ex-Prefeita de São Paulo Luiza Erundina foi condenada a devolver R$ 350.000,00 por um anúncio publicado, em 1989, a favor da greve geral dos trabalhadores.
Luiza Erundina tem uma história de lutas a favor da democracia, da cidadania e dos trabalhadores.
Por conta deste anúncio, ela - que hoje tem 75 anos - teve seu único apartamento penhorado e está tendo todos os meses 10 por cento de seu salário bloqueado.
Luiza Erundina tem uma história marcante. Uma história e uma trajetória que enchem de orgulho o CONGEMAS.
Assim, estamos juntos num amplo movimento para arrecadarmos, em uma ampla parceria, os R$ 350.000,00 para que a dívida seja paga.
ENTRE NO MOVIMENTO LUIZA, EU APOIO VOCÊ
Deposite o que você puder no Banco do Brasil. Agência 4884-4. Conta corrente: 2009-5
O Presidente do CONGEMAS conversou com a Deputada Luiza Erundina e ela fez questão de nos encaminhar vários documentos.
- Folha de São Paulo de 15 de março de 1989
- Folha de São Paulo de 17 de março de 1989
- Diário Popular de 17 de março de 1989
- Carta histórico
A Deputada Federal e ex-Prefeita de São Paulo Luiza Erundina foi condenada a devolver R$ 350.000,00 por um anúncio publicado, em 1989, a favor da greve geral dos trabalhadores.
Luiza Erundina tem uma história de lutas a favor da democracia, da cidadania e dos trabalhadores.
Por conta deste anúncio, ela - que hoje tem 75 anos - teve seu único apartamento penhorado e está tendo todos os meses 10 por cento de seu salário bloqueado.
Luiza Erundina tem uma história marcante. Uma história e uma trajetória que enchem de orgulho o CONGEMAS.
Assim, estamos juntos num amplo movimento para arrecadarmos, em uma ampla parceria, os R$ 350.000,00 para que a dívida seja paga.
ENTRE NO MOVIMENTO LUIZA, EU APOIO VOCÊ
Deposite o que você puder no Banco do Brasil. Agência 4884-4. Conta corrente: 2009-5
O Presidente do CONGEMAS conversou com a Deputada Luiza Erundina e ela fez questão de nos encaminhar vários documentos.
- Folha de São Paulo de 15 de março de 1989
- Folha de São Paulo de 17 de março de 1989
- Diário Popular de 17 de março de 1989
- Carta histórico
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
GRATURCK no Seminário 30 anos do Congresso da Virada, realizado nos dias 16 e 17 de novembro de 2009 no Centro de Convenções Anhembi - São Paulo/SP
Chegada ao Anhembi
A.S. Rosa Souza, A.S. Regina Martins, A.S. Maria da Graça Türck e Est. S.S. Daiane F. Oliveira
Abertura do evento
Depoimentos de sujeitos que participaram do Congresso da Virada em 1979: Leila Lima, Vicente de Paula Faleiros, Josefa Batista Lopes, Márcia Pinheiro, Luiza Erundina, Maria Inês Bravo, Mariângela Belfiori, dentre outros nomes.
-
O Congresso da Virada:
Hora de reafirmar e consolidar o Projeto Ético-Político do Serviço Social
Trinta anos passaram de um tempo em que a categoria dos assistentes sociais, articulada e comprometida com a classe trabalhadora fez, no III CBAS, a ruptura com a posição conservadora que dominava parte da categoria e destituiu a comissão de honra daquele Congresso (1979) composta pelo ditador Gal. João Batista Figueiredo e seus ministros, Murilo Macedo (do Trabalho), Jair Soares (da Previdência e Assistência Social), Paulo Salim Maluf (governador biônico do estado de São Paulo) e Reynaldo Emydio de Barros (prefeito da cidade de São Paulo), e a substituiu pelos representantes da classe trabalhadora do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo que, na época, fazia frente à Ditadura, que comandava a repressão contra qualquer movimento social que a confrontasse na defesa dos seus direitos ameaçados.
Rememorar este momento é se orgulhar desta profissão que ao assumir uma outra orientação social, materializou para as novas gerações de profissionais que é preciso ousar, é preciso caminhar na resistência, que só assim é possível consolidar a profissão.
Dentre vários nomes de assistentes sociais que assumiram a liderança deste momento, a assistente social Luiza Erundina foi um marco na ruptura do atrelamento ao conservadorismo que durante décadas demarcou a subserviência profissional.
E, hoje, aos 75 anos, Luiza Erundina, ex-prefeita de São Paulo, assistente social combativa, defensora dos direitos, foi condenada no dia 30/10/2009, pelo Supremo Tribunal Federal, por malversação do dinheiro público, tendo que devolver aos cofres municipais R$ 350.000,00.
"Seu crime foi ter impresso cartazes explicando à população que os ônibus municipais de São Paulo não circulariam nos dias 14 e 15 de março de 1989 em apoio a greve geral convocada pela Central Única dos Trabalhadores. A greve havia sido convocada em protesto contra o 'Plano Verão', uma das últimas tentativas do então presidente José Sarney de salvar o Plano Cruzado." (IstoÉ, 12/11/2009).
É assim que a classe dominante, e o seu conservadorismo, trata a honestidade, o respeito as diferenças e o respeito aos direitos. Ela não precisa fazer nenhum esforço, a Justiça costumeiramente escolhe o seu lado, como o fez ao liberar o banqueiro Daniel Dantas e condenar a assistente social, gestora, por informar a população de São Paulo (1989) que os trabalhadores tinham o direito de reivindicar seus direitos.
Trinta anos da Virada, a assistente social Luiza Erundina apoiada pela categoria deu uma lição do que significa uma ação política profissional. E hoje, aos 75 anos, não perdeu os sonhos, acredita que esta profissão deve enfrentar o conservadorismo que teima em voltar para destruir o Projeto Ético-Político profissional e colocar a categoria dos assistentes sociais novamente de joelhos.
O Congresso da Virada é o registro histórico de uma categoria profissional que, amaparada na luta dos trabalhadores, enfrentou a Ditadura e assumiu o seu lugar de luta - na Resistência!
Qual á a nossa dívida neste momento em que o Supremos Tribunal Federal pune de uma forma injusta aquela que, na função pública, como gestora de uma cidade como São Paulo, reconheceu o direito dos trabalhadores em lutar por seus direitos? Como defender esta assistente social que em 1979, junto com a categoria, consolidou na ação política o Projeto Ético-Político profissional?
Honrar o Congresso da Virada e a conquista do Projeto Ético-Político é assumir coletivamente uma posição em relação à punição à assistente social gestora, Luiza Erundina. Devemos cobrar uma posição pública dos nossos órgãos de classe e nos engajarmos numa campanha, a partir do CFESS, para arrecadação do dinheiro necessário para que possa cobrir os R$ 350.000,00 que o Supremo Tribunal Federal a penalizou por defender direitos.
Punir a assistente social Luiza Erundina é a tentativa da classe dominante dizer em alto e bom som, através da lei, que só alguns tem direitos.
Uma categoria que tem o Projeto Ético-Político como orientação social, deve se manifestar na defesa desta assistente social que nos legou, com sua força e posição, junto a todos os outros profissionais, a capacidade de ousar e de estar ao lado da população excluída de direitos, na defesa cotidiana destes direitos!
Rememorar este momento é se orgulhar desta profissão que ao assumir uma outra orientação social, materializou para as novas gerações de profissionais que é preciso ousar, é preciso caminhar na resistência, que só assim é possível consolidar a profissão.
Dentre vários nomes de assistentes sociais que assumiram a liderança deste momento, a assistente social Luiza Erundina foi um marco na ruptura do atrelamento ao conservadorismo que durante décadas demarcou a subserviência profissional.
E, hoje, aos 75 anos, Luiza Erundina, ex-prefeita de São Paulo, assistente social combativa, defensora dos direitos, foi condenada no dia 30/10/2009, pelo Supremo Tribunal Federal, por malversação do dinheiro público, tendo que devolver aos cofres municipais R$ 350.000,00.
"Seu crime foi ter impresso cartazes explicando à população que os ônibus municipais de São Paulo não circulariam nos dias 14 e 15 de março de 1989 em apoio a greve geral convocada pela Central Única dos Trabalhadores. A greve havia sido convocada em protesto contra o 'Plano Verão', uma das últimas tentativas do então presidente José Sarney de salvar o Plano Cruzado." (IstoÉ, 12/11/2009).
É assim que a classe dominante, e o seu conservadorismo, trata a honestidade, o respeito as diferenças e o respeito aos direitos. Ela não precisa fazer nenhum esforço, a Justiça costumeiramente escolhe o seu lado, como o fez ao liberar o banqueiro Daniel Dantas e condenar a assistente social, gestora, por informar a população de São Paulo (1989) que os trabalhadores tinham o direito de reivindicar seus direitos.
Trinta anos da Virada, a assistente social Luiza Erundina apoiada pela categoria deu uma lição do que significa uma ação política profissional. E hoje, aos 75 anos, não perdeu os sonhos, acredita que esta profissão deve enfrentar o conservadorismo que teima em voltar para destruir o Projeto Ético-Político profissional e colocar a categoria dos assistentes sociais novamente de joelhos.
O Congresso da Virada é o registro histórico de uma categoria profissional que, amaparada na luta dos trabalhadores, enfrentou a Ditadura e assumiu o seu lugar de luta - na Resistência!
Qual á a nossa dívida neste momento em que o Supremos Tribunal Federal pune de uma forma injusta aquela que, na função pública, como gestora de uma cidade como São Paulo, reconheceu o direito dos trabalhadores em lutar por seus direitos? Como defender esta assistente social que em 1979, junto com a categoria, consolidou na ação política o Projeto Ético-Político profissional?
Honrar o Congresso da Virada e a conquista do Projeto Ético-Político é assumir coletivamente uma posição em relação à punição à assistente social gestora, Luiza Erundina. Devemos cobrar uma posição pública dos nossos órgãos de classe e nos engajarmos numa campanha, a partir do CFESS, para arrecadação do dinheiro necessário para que possa cobrir os R$ 350.000,00 que o Supremo Tribunal Federal a penalizou por defender direitos.
Punir a assistente social Luiza Erundina é a tentativa da classe dominante dizer em alto e bom som, através da lei, que só alguns tem direitos.
Uma categoria que tem o Projeto Ético-Político como orientação social, deve se manifestar na defesa desta assistente social que nos legou, com sua força e posição, junto a todos os outros profissionais, a capacidade de ousar e de estar ao lado da população excluída de direitos, na defesa cotidiana destes direitos!
Assistente Social Maria da Graça Maurer Gomes Türck
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
CURSO PERÍCIA SOCIAL, COM OPÇÃO PARA CURSO INSTRUMENTOS OPERATIVOS.
TURMA FECHADA!
CURSO PERÍCIA SOCIAL - Carga-horária: 44 horas
Ministrante: Assistente Social Dra. Maria da Graça Türck
Ementa: A Perícia Social como área de trabalho especializada e sua interlocução entre a mediação, preservação, garantia e conquista dos direitos dos usuários na intersecção com o Direito e a Justiça na sociedade.
Sinopse: A constituição da Perícia Social no âmbito do Poder Judiciário, na Assistência Judiciária e no trabalho autônomo. Qualificação dos Processos de Trabalho dos Assistentes Sociais na elaboração da documentação: diferenciação do uso de Laudo Pericial, Estudo Social e Parecer Técnico.
Datas e horários:
27 de novembro (sexta-feira): 19h às 22h
28 de novembro (sábado): 9h às 12h e das 13h às 18h30
29 de novembro (domingo): 9h às 12h e das 13h às 18h30
30 de novembro (segunda-feira): 14h às 18h
1º de dezembro (terça-feira): 9h às 12h e das 13h às 17h
2 de dezembro (quarta-feira): 9h às 12h e das 13h às 17h
3 de dezembro (quinta-feira): 9h às 12h e das 13h às 16h
Matrícula: R$ 35,00
Investimento: até 5 parcelas de R$ 140,80 ou R$ 640,00 à vista (curso e material didático)
________________________________________________________
* Opção de realização do CURSO INSTRUMENTOS OPERATIVOS - carga-horária 16h, para alunos do Curso Perícia Social:
Ementa: A articulação e uso dos instrumentos e técnicas na execução dos processos de trabalho dos Assistentes Sociais pela intencionalidade sustentada nos Fundamentos do Serviço Social.
Sinopse: Articulação orgânica de instrumentos e técnicas na operacionalização dos processos de trabalho dos Assistentes Sociais com diferentes expressões da Questão Social, através de habilidades que dêem conta de entrevistas, visitas domiciliares e institucionais, relatórios, genograma de confronto, observação participante, grupos, estratégias de rede, dentre outros.
Datas e horários:
4 de dezembro (sexta-feira): 9h às 12h e das 13h às 18h e
5 de dezembro (sábado): 9h às 12h e das 13h às 18h
Investimento: R$ 256,00 (curso e material didático)
__________________________________________________________
Valor total para CURSO PERÍCIA SOCIAL e CURSO INSTRUMENTOS OPERATIVOS, com carga-horária total de 60h.
Matrícula: R$ 35,00
Investimento: 5 parcelas de R$ 197,12 ou R$ 896,00 à vista (curso e material didático).
_________________________________________________________
MATRÍCULAS ABERTAS!
VAGAS LIMITADAS!
Informações e matrículas: matriculas@graturck.com.br
Fone: (51) 3072.0280, das 13:30 às 17:30, com Daiane
CURSO PERÍCIA SOCIAL - Carga-horária: 44 horas
Ministrante: Assistente Social Dra. Maria da Graça Türck
Ementa: A Perícia Social como área de trabalho especializada e sua interlocução entre a mediação, preservação, garantia e conquista dos direitos dos usuários na intersecção com o Direito e a Justiça na sociedade.
Sinopse: A constituição da Perícia Social no âmbito do Poder Judiciário, na Assistência Judiciária e no trabalho autônomo. Qualificação dos Processos de Trabalho dos Assistentes Sociais na elaboração da documentação: diferenciação do uso de Laudo Pericial, Estudo Social e Parecer Técnico.
Datas e horários:
27 de novembro (sexta-feira): 19h às 22h
28 de novembro (sábado): 9h às 12h e das 13h às 18h30
29 de novembro (domingo): 9h às 12h e das 13h às 18h30
30 de novembro (segunda-feira): 14h às 18h
1º de dezembro (terça-feira): 9h às 12h e das 13h às 17h
2 de dezembro (quarta-feira): 9h às 12h e das 13h às 17h
3 de dezembro (quinta-feira): 9h às 12h e das 13h às 16h
Matrícula: R$ 35,00
Investimento: até 5 parcelas de R$ 140,80 ou R$ 640,00 à vista (curso e material didático)
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* Opção de realização do CURSO INSTRUMENTOS OPERATIVOS - carga-horária 16h, para alunos do Curso Perícia Social:
Ementa: A articulação e uso dos instrumentos e técnicas na execução dos processos de trabalho dos Assistentes Sociais pela intencionalidade sustentada nos Fundamentos do Serviço Social.
Sinopse: Articulação orgânica de instrumentos e técnicas na operacionalização dos processos de trabalho dos Assistentes Sociais com diferentes expressões da Questão Social, através de habilidades que dêem conta de entrevistas, visitas domiciliares e institucionais, relatórios, genograma de confronto, observação participante, grupos, estratégias de rede, dentre outros.
Datas e horários:
4 de dezembro (sexta-feira): 9h às 12h e das 13h às 18h e
5 de dezembro (sábado): 9h às 12h e das 13h às 18h
Investimento: R$ 256,00 (curso e material didático)
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Valor total para CURSO PERÍCIA SOCIAL e CURSO INSTRUMENTOS OPERATIVOS, com carga-horária total de 60h.
Matrícula: R$ 35,00
Investimento: 5 parcelas de R$ 197,12 ou R$ 896,00 à vista (curso e material didático).
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MATRÍCULAS ABERTAS!
VAGAS LIMITADAS!
Informações e matrículas: matriculas@graturck.com.br
Fone: (51) 3072.0280, das 13:30 às 17:30, com Daiane
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Ciclo de Debates Graturck
A Graturck, empresa que tem como finalidade compartilhar conhecimento na área de Serviço Social, consolidar espaços de resistência e possibilitar a garantia de direitos reconhecendo o Projeto Ético-Político da profissão, além de oferecer cursos de qualificação agora abre espaço para o debate de temas importantes, polêmicos e interessantes para a categoria.
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA A 2ª TURMA DO "GRATURCK NO DEBATE: SERVIÇO SOCIAL E PRÁTICAS TERAPÊUTICAS. QUAL É O NOSSO ESPAÇO?"
Quando: 10 e 17 de novembro de 2009
Horário: 19h30 às 21h30
Valor: R$ 20,00
Vagas: 10
Inscrições abertas!
Será fornecido certificado.
Informações e inscrições com Daiane:
(51) 3072.0280
matriculas@graturck.com.br
www.graturck.com.br
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA A 2ª TURMA DO "GRATURCK NO DEBATE: SERVIÇO SOCIAL E PRÁTICAS TERAPÊUTICAS. QUAL É O NOSSO ESPAÇO?"
Quando: 10 e 17 de novembro de 2009
Horário: 19h30 às 21h30
Valor: R$ 20,00
Vagas: 10
Inscrições abertas!
Será fornecido certificado.
Informações e inscrições com Daiane:
(51) 3072.0280
matriculas@graturck.com.br
www.graturck.com.br
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Imagens do término do Curso Perícia Social e Instrumentos Operativos, ocorrido em 18 de outubro:
Neste final de semana ocorreu o término do Curso Perícia Social e Instrumentos Operativos. Veja abaixo alguns depoimentos deixados pelas Assistentes Sociais na ficha de avaliação, em relação ao atendimento da Graturck e à carga-horária e conteúdo do curso:
"O curso foi incrivelmente importante para minha vida profissional. Posso me definir como antes do curso e depois do curso. Obrigada pelo conhecimento transmitido."
Tatiane Assis Vargas Guerini "Agradeço a oportunidade do convívio, a oportunidade de ampliar meus questionamentos e conhecimentos. E, acima de tudo, pelo afeto, a troca de afeto."
Micheli Garcia de Souza "Ótimo curso, ótimas professoras, ótimo atendimento/acolhimento".
"O curso atendeu minhas expectativas, principalmente a forma como a professora Maria da Graça trabalha a nossa auto-estima, demonstrando a sua paixão pelo Serviço Social. A carga-horária foi suficiente para cumprir todo o conteúdo proposto, sem repetição e agregando conhecimentos maravilhosos para nossa caminhada. Agradeço esse econtro que se deu através do Serviço Social."
"O profissional é muito bem acolhido e sente-se à vontade para esclarecer suas dúvidas, sem nenhum constrangimento. O ambiente é muito bom."
"Me senti totalmente acolhida, foram sempre atenciosas, preocupadas com o meu saber. A Dai e a Graça estão de parabéns."
"Os cursos oferecidos atendem as expectativas dos profissionais do Serviço Social independente da área de atuação. A carga-horária e horário de aula estão de acordo para atender os profissionais, principalmente porque trabalham durante a semana e não disponibilizam tempo para capacitação."
Inicia no dia 27 de novembro a próxima turma do Curso Perícia Social, com opção para matrícula também no Curso Instrumentos Operativos.
Matrículas abertas! Vagas limitadas.
Clique aqui para maiores informações!
Inicia no dia 27 de novembro a próxima turma do Curso Perícia Social, com opção para matrícula também no Curso Instrumentos Operativos.
Matrículas abertas! Vagas limitadas.
Clique aqui para maiores informações!
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